Aqui deixo depoimento, quiçá um comentário
Em forma de agradecimento por ora declaro...


Amigos que aqui se encontram nesta extensão de Um Sábado Sem Fim
Durante a semana a saudade de vocês é tanta que a ansiedade não cabe em mim
Em boa hora chegou esse Blog para quem saiba enfim Estejamos juntos não só aos sábados, mas em todos os dias, sejam bons ou ruins
Na verdade vos digo o quão prazeroso é para mim
Ter vocês como amigos que espero seja para sempre assim...


sábado, 7 de maio de 2011

Parabéns para todas as mães.

Não sei qual a origem e nem é o que importa neste momento, até por que nem chega a ser uma data fixa o dia das mães. Já está convencionado que será sempre no segundo domingo de maio, claro que para que se possa reunir o maior número de pessoas da família no tradicional almoço de domingo, o que seria difícil caso fosse em um dia da semana. Assim temos um dia que podemos nos dedicar totalmente a ela.


Embora elas não deixem de ser mães nenhum dia sequer, para mim o dia que deveria ser considerado ideal seria aquele em que ela nos deu à luz, pois esse é o momento em que ela completa o ciclo do dom de Deus em gerar um novo ser, para, a partir de então dar todos os cuidados necessários ao seu rebento, a nós.

Assim a cada aniversário nosso, se comemoraria o dia dela, e a cada filho uma nova data, outro dia da mãe. E como todos os dias há nascimentos, todos os dias seria dia das mães.

Deus na sua sublime benevolência não nos deu somente a dádiva de uma só mãe, a biológica, pois além desta, a principal, em muitos casos somos agraciados por outras. Seja uma irmã mais velha que na ausência de nossa genitora cuida de nós, ou uma mãe adotiva na falta ou na perda daquela que nos trouxe ao mundo.

Mas como já está convencionado ser o segundo domingo de maio, me sirvo desta ocasião para parabenizar todas as mães sobretudo nossas esposas que, como verdadeiras mães, nos acompanha no dia a dia, superando tantas situações, nos dando suporte, proporcionando momentos de amor e satisfação e por fim ainda está sempre a nossa espera, muitas vezes ansiosa, depois de mais um...

Sábado Sem Fim.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Paulistão 2011





Enfim, depois de tantos questionamentos, desagrados, descrença, desinteresse por parte de alguns torcedores e polêmicas entre a maioria dos comentaristas esportivos que, contraditoriamente, bebem dessa fonte, chega à final o campeonato paulista.

Particularmente gosto do “Paulistão” e não por ser o meu time o maior vencedor deste campeonato.

Veio-me à baila uma frase da época do governo ditatorial que dizia: “Brasil, ame-o ou deixe-o”.
Pode parecer estranho falar dessa frase no momento em que estamos falando sobre futebol. Ocorre que tal frase cabe bem para o Corinthians, “ame-o ou deixe-o", pois basta o Corinthians chegar a qualquer final que as torcidas rivais se unem juntas a do adversário para torcerem contra o Timão, alguns até torcem mais fervorosamente para o adversário ocasional do mosqueteiro do que para seu próprio time, em tais circunstâncias, diga-se de passagem.

Voltando ao assunto da nossa amarelinha, o Corinthians é a antítese da nossa seleção de futebol, onde quando em ação, ela reúne todas as torcidas em uma só enquanto o alvinegro do Parque mantém a sua, que é fiel, levando com que as demais se unam contra o Campeão dos Campeões.

Aí está explícita a importância do campeonato paulista, pois de uma forma ou de outra envolve, além das torcidas dos dois finalistas, as demais torcidas do estado.

O mesmo interesse deve acontecer nos outros campeonatos estaduais, tão renegados por aqueles que não sabem dar valor à verdadeira rivalidade, que acontece desde o “rua contra rua”, vila contra vila”, e que se estende até os clubes aos quais cada um escolhe torcer.

Paulo Cesar de Oliveira e Felipão à parte; Santistas, palmeirenses, são paulinos e as outras pequenas torcidas, uni-vos.

Parabéns aos finalistas, Corinthians e Santos.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Ah, saudade...

Bateu forte uma saudade
Deixando-me muito sentido
Voltei a mais tenra idade
Lembrei-me de tempos a muito idos
Do futebol de minha infância
Dos primeiros chutes dados
Ah que boa lembrança
Que me traz de volta ao passado
Quando a bola podia ser de papel
Uma lata de óleo até
Duas pedras sendo o gol
Depois era só enfiar o pé
Fosse no quintal, na rua cheia de pedras
No campinho onde agora é a igreja
Eram nossas todas as regras
Dava-se início a peleja
Evoluiu a bola, o jogo
Já não era só brincadeira
Fizemos um time, Botafogo
O jogo agora era “contra”, só "pedreira"
As camisas compradas da “vaquinha”
Feita pela molecada
Mas a grana, dava quem tinha
E quem não tinha, não dava
Depois surgiu o “Vasquinho”
Uma dissidência do “Bota”
Fizemos nosso próprio “timinho”
Eu, o Laércio e o Doca
Mas tudo muda nessa vida
E a várzea era nossa meta
Do Juventude ao Benfica
Vivemos uma bela época
Disputando torneios, festivais
O peito cheio de esperança
Sonhos meus e dos demais
Que trazíamos desde crianças
Ah, domingos saudosos
Fora e dentro do campo
Sendo muitos vitoriosos
Enquanto outros nem tanto
A emoção em receber a camisa
Pelas mãos do treinador
Dava um frio na barriga
Sentia-me um verdadeiro jogador
Não importava onde seria o jogo
Sendo na chuva ou no sol
Até mesmo se fosse na praia
O melhor do dia era o futebol
Torcida contra ou a favor
Era muito comovente
Na batida do tambor
Todo mundo saía contente
Eis uma lembrança saudosa
Que tomo a liberdade em contar aqui
Pois ela continua em verso e prosa
Em todo Sábado sem fim.


Sérgio.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Quando a hora chegar...

Dois meses se passaram.


Quando ouvi que levaria três meses para a total recuperação, discordei, seria muito tempo. Já passei períodos maiores de ausência, porém não por contusão, mas por força maior que minha vontade. O Miro, no alto de sua experiência de seus cinqüenta e seis anos declarou, diagnosticamente, que a idade é um fator preponderante para a total recuperação, mas eu nem completei quarenta e sete ainda, portanto essa regra não cabe no meu caso, ainda sou tão jovem.

Felizmente a lesão não me impede de comparecer aos jogos, mas definitivamente não é a mesma coisa participar do “espetáculo” da arquibancada. Não mesmo!

Como se não bastasse, não serão apenas três meses como o anunciado pelo Marquinho Patrão e sim quatro, pois acrescentarei mais um mês em virtude de curso de capacitação que estou devidamente imbuído em concluir e não posso correr o risco de nova contusão.

Portanto terei que me contentar com a situação e continuar prestigiando os amigos do Sábado Sem Fim do lado de fora. Em contrapartida vocês terão que “suportar” o futebol sem mim por mais um tempo, mas contem comigo após a “pelada” para os devidos comentários.

O Dam, um amigo aqui do campanário a me ver com o pé imobilizado há uns dias atrás disse que quando chega a hora devemos parar, mas a hora, o dia e o ano ainda estão muito longe para minha “aposentadoria”.

Então amigos; “Só quando a hora chegar...”

Sérgio.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Mano Ronaldo.

  









O ano de 1994 foi para mim de muita emoção. Em abril tive a alegria do nascimento de minha filha Nathália. Independente das circunstâncias, chorei.


Menos de um mês depois chorei de novo, dessa vez com o Brasil inteiro, por que não dizer com o mundo, pois no dia 1º de maio daquele ano perdemos nosso herói, aquele que ao amanhecer dos domingos de fórmula um nos trazia expectativa, adrenalina, emoção e ao final das cerca de duas horas de corrida, alegria, felicidade e orgulho em sermos brasileiros. Choro ainda hoje sua perda, Airton Senna “do Brasil”!


Naquele mesmo ano, outra enorme emoção coletiva nos afetaria, agora trazendo satisfação. Após 24 anos de espera nossa seleção finalmente conquistaria outra copa do mundo, o tetra campeonato, com um time considerado por muitos, menos expressivo que os anteriores de 1974, 1978, 1982, 1986 e 1990, portanto cinco copas depois.

Mas tínhamos em nosso excrete canarinho alguns jogadores que considero craques e que provaram isso com conquistas nos clubes em que jogavam e na própria seleção, tais como Bebeto, Romário e aquele que mesmo sem ter jogado aquela copa já era esperança de um futuro promissor para ele e para nós, apreciadores do esporte bretão, o verdadeiro Ronaldinho, que o brasileiro aprendeu a amar, que cresceu tanto praticando com maestria o futebol pelos campos do mundo que deixou de ser chamado pelo diminutivo de seu nome e ainda teve acrescentado a alcunha que lhe fora reservada pelo destino, “Fenômeno”. Chorei de novo, pela conquista que parecia não querer mais o carinho dos braços de nosso povo.

Passaram-se dezessete anos desde então, entre conquistas, perdas, prazeres e dores. Nesses dezessete anos sempre esteve presente nas conversas sobre futebol em qualquer esquina e programas dos mais conceituados do planeta bola.

Saiu do subúrbio carioca para ser um cidadão do mundo. Adorado pela maioria das pessoas que o conheceram e mesmo por aqueles que, como eu, um simples cidadão comum que só pude apreciar seus feitos pela televisão, e mesmo assim, parece que somos tão próximos que na minha inocência, o tenho como um amigo, um “mano”.

Hoje, confesso, chorei de novo, mas um choro diferente, um misto de alegria e tristeza. Alegria por ter vivido essa época e a tristeza dela ter se encerrado, precocemente, diga-se de passagem, e creio contra sua própria vontade. Pois anunciou sua despedida dos gramados nesta segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011, data que entra para a história esportiva, Ronaldinho, o fenômeno!

A carreira de jogador de futebol e curta, mas ele estará para sempre nos anais do esporte mundial.

Em nome do Sábado sem fim;

Obrigado Ronaldo!








terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Eu posso dizer: eu vi ! E percebi a grandeza daquele momento !

Cenário : Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho



O Nosso principal rival faz gol da vitória contra nós, e comemora de maneira provocativa na frente da nossa torcida.

Um homem sai do gol até a comemoração e diz "Aqui não, respeite. Pode comemorar lá na frente da sua torcida. Mas aqui não".

E é atendido por todos os adversários, sem contestação. Que se encaminham de maneira envergonhada para seu campo, pedindo desculpas.


Alguns atingem a verdadeira percepção do futebol apenas com a aposentadoria, poucos conseguem ver isto ainda dentro do campo, ou fora dele.

E mais raros ainda aqueles que tem moral e caráter suficiente para fazer isto e, deveras, ser aplaudido até mesmo pelos adversários.

Este é Marcos ! Marcos do Futebol, Simplesmente, São Marcos.


Apresento-lhe a Nobreza do Futebol: São Marcos, do Palmeiras !

Eu posso dizer: eu vi ! E percebi a grandeza daquele momento !


E agradeço por isto !


abraços...
 
Chande

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mesmo sem ter a culpa, está desculpado, "Desculpinha".



Primeira bola do jogo. Luizão toca sutilmente a pelota para o lado, tirando da jogada o Tadeu, sobrou pro Régis “Desculpinha” que de frente para o gol do Miro enfiou o pé, de bico.
No entanto eu estava na jogada e tinha que evitar que fosse concluída em gol. Estiquei a perna esquerda a fim de tirar a trajetória da bola que fatalmente tomaria o rumo do gol. Tento que não sei se foi alcançado com minha tentativa de intervenção.
Explico:                                             
Ao tentar evitar a jogada, no chute do “Desculpinha”, a bola prensou entre ponta do meu pé esquerdo e o dele de tal maneira que esse, creio que por eu ter entrado na jogada com displicência, foi jogado para trás, torcendo violentamente meu tornozelo, o que me fez cair ao chão em dor insuportável e com receio que a gravidade da lesão pudesse ter atingido os ligamentos do joelho, o que por minha sorte não aconteceu. Não vi a definição da jogada nem mais nada durante os cerca de cinco minutos que estive estirado no chão sintético da quadra. Claro que a preocupação e o auxílio dos companheiros foram de imediato, o que me aliviou um pouco, por isso agradeço à todos, sobretudo ao André que imediatamente prontificou-se a me dar uma bolsa de gelo.
Quero deixar a todos despreocupados, foi apenas uma luxação que estou tratando conforme orientação médica.
Então, como o amigo “Desculpinha”, como o próprio apelido diz, pede desculpa a toda hora, inclusive, depois que sai da quadra e reabilitei os pensamentos, estava eu na arquibancada, marcando o tempo de jogo e claro, apreciando as jogadas quando ele, o “Desculpinha”, lançou uma bola quase perfeita para o Luiz que como já dito em outros textos deste blog, é um exímio cabeceador, subiu e mandou a redondinha para fora, eis que veio a palavra que deu a alcunha ao Régis, “Desculpinha” - Desculpa Luizão!
Para terem uma idéia, de que como tudo vindo dele na quadra merece pedido de desculpas.

Mesmo sem ter a culpa, está desculpado, "Desculpinha".


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

O tempo passa, quarenta minutos de jogo... (Fiori Gigliotti)

Outro dia minha filha Letícia veio com o chinelo com a tira estourada e me perguntou onde jogava fora, no lixo. Eu imediatamente, saudosista que sou, respondi a ela que – Em minha época, colocávamos um prego, grampo de cabelo, alfinete ou qualquer coisa que substituísse a parte que estourou da correia para continuar a ser usado – Ela, em sua modernidade adquirida em seus supremos oito anos de vida, me respondeu – Na sua época, pai!
Claro que me veio à mente uma espécie de saudosismo, doce Letícia. Ocorre que uma coisa leva à outra e nos esquecemos que as gerações são diferentes, a evolução não se dá só na tecnologia, mas também nas relações sociais, o que inclui as relações familiares. Mas essa não é a questão principal que quero tratar. Então vou voltar ao “meu tempo”, mesmo não sendo tão “antigo” assim para tratar do que concerne nosso blog, o futebol.
Lembro-me que os locutores de futebol tinham, cada um, um jargão, tal como o Osmar Santos que dizia: Escorregou no tomate ou pisou no caroço de abacate e por aí afora. Ocorre que dentre nós, do Sábado Sem Fim, passados alguns anos, me veio à baila o jargão do mais famoso, (Pelo menos de minha época - Ah Letícia), radialista e locutor de jogos esportivos, Fiori Gigliotti, que dizia com maestria - O tempo passa, quarenta minutos de jogo - Para determinar que as coisas não iam bem para o time que, obviamente, perdia o jogo e como ele mesmo diria - Crepúsculo de jogo...- Outro termo usado àquela época. Quem viveu viu e jamais esquecerá a emoção que essas palavras davam ao “espetáculo de jogo”. Sobretudo a emoção e expectativa gerada naquele que torcia fervorosamente para o time que até o momento encontrava-se em desvantagem no placar. Mas tudo isso para dizer que, como Fiori, o tempo passa, e nós amigos do Mais de Trinta, Num Sábado Sem fim, estamos, não no crepúsculo de jogo, mas senão aos quarenta de jogo, chegando lá. Como eu que tenho quase quarenta, o Luiz que completou por esses dias “quase” quarenta, assim como o Sílvio que findo o ano de 2010 “chegou lá” (Termo dito por um locutor que não me recordo o nome, gaúcho, que dizia –“O Internacional chegou lá”) Quando o Inter, de Porto Alegre anotava um gol. O Jorge chegou lá também esta semana e Deus queira que aqueles que ainda não tiveram tal privilégio, cheguem lá, como nós. Mencionei aqui aqueles que são freqüentes, mas não posso deixar de lembrar dos que por um motivo ou outro não podem ser tão freqüentes quanto ou como nós, como o Sérgio, Rubens, Wilsinho, Wilson (cunhado), Valdir, Caio, Mauro, Nando, e demais que fazem parte dessa família.
Em suma, parabéns aos aniversariantes recentes, que me lembro, Silvio, Jorge e Luiz.
E digo mais: Que “Abrem-se as cortinas...” “Ripa na chulipa, pimba na gorduchinha”.
Por que: “Tááá no filó!”
E queira ou não queira...
“É tetraaaaaaaaaaa...”

Sérgio.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Início de ano, de jornada, mais um encontro no Sábado Sem Fim...

Aparentemente tudo igual, as pessoas, o local, os times escolhidos, as jogadas, os gols...
Enfim, tudo parece estar “Como dantes no quartel de Abranches”. Não é bem assim, algumas, sensíveis que sejam as diferenças, estão presentes em todos os fatores, sobretudo na relação de amizade que com o tempo se fortalece entre nós, participantes. E a família cresce a cada ano. As expectativas são boas para o futuro, levando em consideração a ascendência dos filhos de alguns membros à família, tais como o Leandro, os dois Douglas, o Luizinho, Cris e Léo (Hamster), que sequer eram nascidos quando tudo começou e agora fazem parte efetivamente da turma, bem como outros trazidos pelos parentes e amigos, e que prometem permanecer por muito e muito tempo, além de alimentarem as expectativas de continuidade com seus próprios rebentos. Assim como eu espero ver meu filho um dia por aqui, jogando nosso futebol, sei que outros como o Alexandre, Marcão, Andrezão, Marquinhos, De Souza (Zica), Jorge e demais, vislumbram o mesmo desejo que eu. Portanto, não é apenas mais um início em que tudo será como antes, cada dia é diferente do outro, por isso cada Sábado Sem Fim é cada vez mais esperado que o outro.

Amigos do Mais de Trinta num Sábado Sem Fim, alegria!!!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A minha Família...


Quisera eu saber usar tão bem as palavras quanto meu Irmão (de coração), Sergio, quisera eu, para poder transpor de forma clara as emoções, sentimentos e aprendizados, que com esse grupo tenho tido.
Nesses mais de 15 anos jogando no Sábado Sem Fim, só posso agradecer, pois aprendi o verdadeiro valor da palavra Família, muitos acham que família se resume a laços sanguíneos, pobre dessas pessoas, Família são quem nos acompanha nessa aventura que é a vida, não escolhemos nossa Família, ela nós escolhe, quando damos conta "Pronto ela já existe" e está ali firme e forte...

É dessa forma que se fez o Sábado Sem Fim, agradeço a DEUS por ter colocado no meu caminho essa Família, deixo aqui meu votos de boas festas, expressados através das tão sábias palavras de Mario Quintana...

"Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia,e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos,talvez obterei êxito e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um “não” que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como “sim”.
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...
e que valeu a pena." (Mário Quintana)

Valew Família Sábado Sem FIM... Feliz Natal, e não esperem presente do Bom velhinho.....heheheheh

 


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Confraternização

Confraternização.

Fim de ano, vida nova!
O momento é de reflexão.
Não só do que há por vir, por criar, por alcançar.
Sobretudo, do que passou e pelo que passamos.

Tentamos reatar amizades desfeitas.
Reaproximar-nos dos parentes distantes e amigos nem tão distantes assim.
Em suma; Reunir os entes queridos
O clima é de festa, fraternidade, paz e união.

Os tempos são difíceis?
Creio que nunca foram fáceis e cá estamos.
Firmes na luta!

Sempre na expectativa de dias melhores.
Desejo a todos os seguidores deste blog e aos seus.
Perseverança no ideal de um mundo melhor.

Sergio Gualda...

Desenho enviado por:  Wagner Junior
Segundo o Sergio o novo "PICASSO"... rss

FELICIDADES A TODOSSSSSSSSSSS BOAS FESTASSSSSSSSSSSS



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Brasil, um país de milhões de órfãos.


Domingo, 5 de dezembro de 2010. Eu já desconfiava, mas ficou nítido que o nosso país é um território de órfãos. Órfãos de clubes.

Parecia final de copa do mundo com tantos fogos estourando pelo céu de nossa nação ao final do campeonato brasileiro.

Exceto pelo Corinthians, patrono de todos, literalmente time do povo, e como somos todos, cada um de nós, parte do povo brasileiro, é de se entender que somos, sem exceção, Timão!


Tendo em vista a preocupação dos torcedores das demais agremiações - todas elas - de não se preocuparem com que seu clube vença algo desde que o Timão também não consiga esse intento.

São milhares de frustrados que descobriram tardiamente que seus corações já tinham dono desde o nascimento (O doutor também não se enganou), porém insistiram, erroneamente, em dizer que eram palmeirenses, são paulinos, santistas e outros minguados por aí que já não podem deixar transparecer suas verdadeiras paixões pelo mais apaixonante de todos, Corinthians.


Insistem no erro. É compreensível, afinal não é simples abandonar as falsas convicções.

Passem por cima do orgulho e venham assumir o verdadeiro amor que encerram no peito.

Corinthians, uma nação de mais de trinta milhões.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Gol do Douglas, Filho do Silvio.

Cobrança de escanteio, confusão dentro da área, Douglas - filho do Silvio - sutilmente puxa a bola, sai da confusão e avança em direção ao gol adversário, tira um oponente com um corte e diante do gol , ameaça chutar, o goleiro cai mas consegue voltar pro lance, com uma puxadinha, Douglas - filho do Silvio, não se esqueça - o tira da jogada e toca no canto, para o fundo das redes, golaço.


Vejam o vídeo, diz mais que qualquer palavra:




Esse foi gravado para a posteridade, mas serve de parâmetro para outros tantos que aconteceram no Sábado Sem Fim, inclusive marcados pelo próprio, senão mais belos, com a mesma desenvoltura que claramente aprendeu ao ver o pai – o Silvio – e seu tio Sérgio marcarem tantas vezes, desde sua tenra infância.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Nosso amigo Caio

Sábado, 06 de novembro de 2010.


Estivemos na casa do Chande e sua esposa Milena, celebrando o chá de bebê de seu tão desejado e querido filho. Por lá apareceram outros amigos, dentre eles o Caio, que tive o prazer de conhecer quando de minha apresentação a essa família que hoje atende pelo nome de Sábado Sem Fim. O Caio é deficiente auditivo, mas é incrível como se faz entender -não pela força- e entende também aquilo que dizemos. Acredito que seja pela simpatia e pela amizade que conquista com facilidade daqueles que se aproximam dele, grande pessoa, inclusive no tamanho, diga-se de passagem. O Caio jogava no gol no Mais de Trinta, que antecedeu o Sábado Sem Fim quando conseguíamos formar três times ou na falta de algum goleiro, quando não, jogava na linha mesmo, na defesa, se fazendo valer do porte físico para acabar com a jogada do ataque adversário. À época tínhamos três goleiros, ele, o Cosmo e o Miro que está com a gente até hoje, digo, jogando e aprontando das suas, que Deus dê ao Miro longevidade para se manter entre nós. Perguntei ao Caio por que não volta a participar conosco no futebol ou mesmo acompanhando, mas ele disse que não. Talvez não tenha mais pique, quem sabe? O importante é que ele está bem, forte como sempre e nos deu o prazer de sua presença, a mesma que, tenho certeza, todos os componentes do Sábado Sem Fim gostariam de compartilhar mais vezes, por isso mantenho em aberto o convite para o retorno de tão agradável e querido amigo.

Caio, nosso amigo, quando quiser apareça, a família também é sua.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

As 10 regras do Futebol de Rua, o verdadeiro futebol de macho!



Quem não jogou nunca vai aprender a jogar.

1. A BOLA

A bola pode ser qualquer coisa remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra, uma lata vazia ou a merendeira do irmão menor.
Na zoeira, dá-se uma tapa na cabeça daquele que está de boné que ao cair também se torna objeto “chutável” e portanto, bola. (Sérgio)

2. O GOL

O gol pode ser feito com o que estiver à mão: tijolos, paralelepípedos, camisas emboladas, chinelos, os livros da escola e até o seu irmão menor.

Portões de garagens no famoso “três dentro, três fora” ou na famosa rebatida, Também se transforma em gol. (Sérgio)


3. O CAMPO

O campo pode ser só até o fio da calçada, calçada e rua, rua e a calçada do outro lado e, nos grandes clássicos, o quarteirão inteiro.

Corredor de escola com a demora do professor, também vira campo e se duas salas estiverem sem professores, está formado ambiente para o clássico. (Sérgio)


4. DURAÇÃO DO JOGO

O jogo normalmente vira 6 e termina 12, pode durar até a mãe do dono da bola chamar ou escurecer. Nos jogos noturnos, até alguém da vizinhança ameaçar chamar a polícia.

Dependendo das condições e ânimo dos dois times, pode acontecer outra virada após o alcance de 12 gols e terminar 24 e assim sucessivamente. (Sérgio)


5. FORMAÇÃO DOS TIMES

Varia de 3 a 70 jogadores de cada lado. Ruim vai para o gol. Perneta joga na ponta, esquerda ou a direita, dependendo da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os choques. Gordo é beque.

Alguns, de tão ruins, só são aceitos para buscarem a bola no mato ou nas ribanceiras em que ela, a bola, insistia em cair. (Sérgio)


E o Dono da bola joga em qualquer posição.(Chande)


6. O JUIZ

Não tem juiz.

Na verdade, cada um é o juiz, tem aqueles que ao perder a bola pede falta e dá início a discussão, porém, “A regra é clara”, pediu falta, mão, parou a jogada, geralmente, após xingamento geral, cobra-se a falta. (Sérgio)

NOTA: Ainda é assim no Sábado Sem Fim e provavelmente na maioria onde jogam sobreviventes daquela bela época.


7. AS INTERRUPÇÕES

No futebol de rua, a partida só pode ser paralisada em 3 eventualidades:

a) Se a bola entrar por uma janela. Neste caso os jogadores devem esperar 10 minutos pela devolução voluntária da bola. Se isso não ocorrer, os jogadores devem designar voluntários para bater na porta da casa e solicitar a devolução, primeiro com bons modos e depois com ameaças de depredação.

b) Quando passar na rua qualquer garota gostosa. Acréscimo: Geralmente é irmã de algum componente do jogo. (Sérgio)

c) Quando passarem veículos pesados. De ônibus para cima. Bicicletas e Fusquinhas podem ser chutados junto com a bola e, se entrar, é Gol.

Acrescento mais algumas: Quando o vira-lata de algum jogador estiver na torcida, aguardando seu dono e a bola passa perto dele que de imediato abocanha a redondinha furando-a, ou se no quintal onde ela cair tiver também um vira lata que também a abocanha para acabar com a alegria de todos, principalmente do vira-lata que está lá à beira do campinho balançando o rabo de alegria, ou até mesmo quando alguém do jogo vir uma pipa mandada e sair correndo desesperadamente atrás, mesmo que essa pipa esteja a um quilometro de altura e cair uns três bairros distantes. (Sérgio)


8. AS SUBSTITUIÇÕES

São permitidas substituições nos casos de:

a) Um jogador ser carregado para casa pela orelha para fazer lição.

b) Jogador que arrancou o tampão do dedão do pé. Porém, nestes casos, o mesmo acaba voltando à partida após utilizar aquela água santa da torneira do quintal de alguém.

Já vi ser utilizado outro tipo de água santa, mas cada um pode imaginar que água era essa. (Sérgio)

c) Em caso de atropelamento.

Em caso de chegar alguém melhor, alguém maior que imponha respeito e já manda sair ou em caso do pai estar chegando do serviço. (Sérgio)


9. AS PENALIDADES

A única falta prevista nas regras do futebol de rua é atirar o adversário dentro do bueiro.

Nos tempos outrora quando não havia bueiros seria atirado no córrego. (Sérgio)



10. A JUSTIÇA ESPORTIVA

Os casos de litígio serão resolvidos na porrada, prevalece os mais fortes e quem pegar uma pedra antes...

Aqui também pode levar vantagem o dono do vira-lata ou o que tiver mais irmãos participantes, o que era comum, então a briga era feia ou bonita, dependendo do ponto de vista de cada um, isso se conseguisse enxergar alguma coisa depois. (Sérgio)


QUEM NÃO JOGOU, PERDEU UM DOS MELHORES MOMENTOS DA VIDA.

E quem tiver mais à acrescentar que se manifeste...